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Vinagre de maçã ajuda a emagrecer - Foto: Getty Images

O vinagre de maçã possui uma série de benefícios para a saúde. Ele contribui para o emagrecimento, conta com ação antioxidante, protege o fígado, previne o diabetes, câimbras, tem ação diurética e melhora as articulações e a digestão. 

O alimento pode ser feito a partir de qualquer alimento que contenha açúcar, como a maçã, uva, framboesa, maracujá, cana de açúcar, kiwi, laranja, tangerina, manga, mel, melado, arroz, malte, milho, vinho, álcool, entre outros.

No caso da versão com a maçã, a fruta sofre um processo de fermentação por leveduras benéficas e por bactérias chamadas acetobacter. Os açúcares naturais são transformados em álcool e depois ele é convertido em ácido acético. A concentração usual no vinagre de maçã é de 5% de ácido acético e 95 % de água, além de alguns minerais, vitaminas e fitoquímicos, como os polifenóis, que ajudam a proporcionar um sabor diferenciado e inúmeros benefícios.

O vinagre de maçã possui mais substâncias benéficas do que os demais vinagres. O alimento conta com ácido acético, enzimas, catequinas e quercetinas, que são antioxidantes, traços de fibra solúvel, betacaroteno e minerais, especialmente o potássio.

Principais nutrientes do vinagre de maçã

O vinagre de maçã possui boas quantidades de ácido acético. Este ácido inibe a ação de várias enzimas que digerem os carboidratos, entre elas amilase, sacarase, maltase e lactase. Assim, este ácido é um bloqueador natural da absorção de amidos e açúcar. Quando estas enzimas são bloqueadas, os carboidratos passam direto através do trato digestivo. Desta maneira, são eliminadas calorias que se tivessem sido absorvidas contribuiriam para o aumento de peso.

O ácido acético ainda irá melhorar a eficiência dos músculos e a recuperação após os treinos. Além disso, a substância faz com que a glicose seja liberada lentamente no sangue, o que é benéfico para prevenir o diabetes.

O alimento também possui boas quantidades de quercetina. Ela é importante porque possui ação antioxidante, melhora a imunidade e ajuda a reduzir os efeitos da histamina, uma substância que causa os sintomas de inflamação e alergia. Outras substâncias com ação antioxidante presentes no vinagre são as catequinas.

O vinagre de maçã conta com traços de fibras pectina que proporciona saciedade, absorção de gorduras e melhora o trânsito intestinal. O alimento ainda possui betacaroteno, que evita problemas de visão e protege a pele, e potássio, que é essencial para o funcionamento celular.

Nutrientes Vinagre de maçã – 30 ml
Calorias 6 kcal
Carboidratos 0.28 g
Açúcar 0.12 g
Cálcio 2 mg
Ferro 0.06 mg
Magnésio 1 mg
Fósforo 2 mg
Potássio 22 mg
Sódio 1 mg
Zinco 0.01 mg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Benefícios comprovados do vinagre de maçã

Ajuda a emagrecer: Um estudo da Universidade do Arizona e publicado na revista Diabetes Care observou que após ingerirem duas colheres de sopa de vinagre de maçã diluídos em água antes do almoço e do jantar, os participantes perderam em média dois quilos em um mês.

Isto ocorre porque o alimento ajuda a reduzir picos de insulina e o nível de glicose após refeições ricas em carboidratos. Os picos de insulina são inimigos do emagrecimento porque quando o carboidrato é absorvido rapidamente pelo sistema digestivo, o nível no sangue sobe subitamente. Assim o pâncreas libera muita insulina que, por sua vez, irá baixar drasticamente os níveis de glicose no sangue, levando a uma hipoglicemia reativa e consequente sensação de fome.

Além disso, o ácido acético presente no tempero é um bloqueador natural da absorção de amidos e açúcar. Quando estas enzimas são bloqueadas, os carboidratos passam direto através do trato digestivo, comportando-se como fibras insolúveis, que não podem ser digeridas. Assim são eliminadas muitas calorias, que se fossem absorvidas, certamente iriam dificultar a perda de peso. 

Previne o diabetes: O vinagre de maçã ajuda a prevenir a doença porque reduz os níveis de glicose e consequentemente os picos de insulina após refeições ricas em carboidratos. Quando a insulina é produzida e liberada no corpo em grandes quantidades levando aos picos, alguns tecidos e órgãos começam a reduzir sua resposta a ele, sendo preciso mais insulina para armazenar a mesma quantia de glicose. Esse processo é um quadro chamado de resistência à insulina, que se não for revertido pode evoluir para diabetes do tipo 2.

Diminui a rigidez articular: O vinagre de maçã melhora a rigidez articular porque o ácido acético tem uma ação quelante, de eliminação, de cristais de minerais que se depositam nas articulações.

Melhora a digestão: Este benefício ocorre porque o vinagre de maçã é fermentado e rico em enzimas, assim o alimento fica menos tempo retido no estômago e também pode haver melhora na azia e no refluxo.

Protege o fígado: O vinagre de maçã possui os ácidos málicos, lático e cítrico que ajudam na saúde do fígado e também o tornam mais eficaz no processamento das toxinas, auxiliando o corpo a eliminá-las de forma mais rápida.

Bom para a pele: Uma colher de sopa de vinagre de maçã diluída em um copo de 300 ml de água pode ser utilizado como um tônico para a pele. Esta combinação ajuda a reduzir o excesso de oleosidade cutânea e também a acne.

Aliado dos músculos: O ácido acético presente no vinagre contribui para converter a glicose em glicogênio, que é armazenado pelos músculos e fígado como fonte de energia para as atividades do dia a dia. O glicogênio é usado de forma rápida pelo corpo e não se transforma em gordura. Quanto mais glicogênio, mais energia, e assim os músculos se tornam mais eficientes, o que facilita a malhação e a recuperação após a atividade física.

Benefício em estudo do vinagre de maçã

Previne o câncer: Estudos preliminares realizados com cobaias descobriram que o vinagre de maçã pode ser capaz de matar células cancerosas ou retardar o seu crescimento. Contudo pesquisas realizadas com seres humanos não obtiveram o mesmo resultado, inclusive um estudo relacionou o vinagre de maçã ao risco aumentado de câncer de bexiga.

Quantidade recomendada de vinagre de maçã

Os estudos com o vinagre de maçã foram feitos com o consumo que varia de duas a quatro colheres de sopa por dia, diluídas em água. Por isso, o indicado é ingerir até duas colheres de sopa de vinagre de maçã, cerca de 30 ml, diariamente.

Como consumir o vinagre de maçã

O vinagre de maçã pode ser consumido na salada. O alimento também pode ser adicionado na água ou suco. Para ter a quantidade recomendada, uma alternativa é colocar uma colher de chá de vinagre na salada do almoço e outra na do jantar e acrescentar o restante em um copo de água ou suco. O alimento pode ser aquecido durante a elaboração de uma receita, mas evite consumi-lo puro. 

É importante comprar um vinagre de maçã orgânico, não pasteurizado e não filtrado. O vinagre ideal é o que apresenta uma fina teia boiando no conteúdo que são as enzimas e cultura bacteriana benéfica do processo de fermentação.

Compare o vinagre de maçã com outros alimentos

Nutrientes Vinagre de maçã – 30 ml Vinagre de vinho – 30 ml Vinagre balsâmico – 30 ml
Calorias 6 kcal 6 kcal 28 kcal
Carboidratos 0.28 g 0.08 g 5.45 g
Açúcar 0.12 g 0 g 4.78 g
Cálcio 2 mg 2 mg 9 mg
Ferro 0.06 mg 0.13 mg 0.23 mg
Magnésio 1 mg 1 mg 4 mg
Fósforo 2 mg 2 mg 6 mg
Potássio 22 mg 12 mg 36 mg
Sódio 1 mg 2 mg 7 mg
Zinco 0.01 mg 0.01 mg 0.03 mg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Na tabela nutricional não há diferenças relevantes entre o vinagre de maçã e os outros tipos. Porém, o primeiro possui vantagens quando comparado com os outros por ser elaborado com a maçã.

Este fruto possui fitoquímicos como as catequinas, que tem forte ação antioxidante, e a quercetina, que também age como antioxidante e ainda melhora a imunidade e ajuda a reduzir os efeitos da histamina, uma substância que causa os sintomas de inflamação e alergia. 

Além disso, a versão de maçã possui traços de pectina e o betacaroteno. Todos os vinagres contam com o ácido acético.

Contraindicações

Pessoas que sofrem com úlcera devem evitar o consumo do vinagre de maçã. Quem tem problemas gástricos precisa fazer uma série de restrições no dia a dia e não deve consumir muito vinagre. Também é recomendado que esses indivíduos evitem sucos ácidos, refrigerantes, condimentos, chás e café. Isto porque estes alimentos podem irritar o estômago.

Riscos do consumo em excesso de vinagre de maçã

Consumir o vinagre de maçã em excesso pode levar a uma série de problemas de saúde. Pesquisas com animais indicam que grandes quantidades do tempero causam danos no estômago, duodeno e fígado devido à sua acidez.

A acidez do tempero pode chegar ao ponto de mudar o pH do sangue e causar uma acidose metabólica, quadro de risco que pode ser fatal. Porém, o problema só ocorre quando o vinagre é consumido em quantidades imensas, como uma garrafa inteira em um dia.

Além disso, grandes quantidades de vinagre podem teoricamente interagir com diuréticos, laxantes e medicamentos para diabetes e doença cardíaca.

Fonte: Informação retirada do Portal Minha Vida no dia 24 de agosto de 2016:

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17350-vinagre-de-maca-o-alimento-que-ajuda-a-emagrecer-e-previne-diabetes

Alimentos Probióticos

Publicado: agosto 13, 2016 em Alimentação, Saúde

É na flora intestinal que estão os probióticos, bactérias que são essenciais para a boa saúde dos intestinos e que, ao contrário de outros ‘seres internos’, são benéficas para melhorar o processo digestivo e a saúde em geral.

Segundo o site Enatural, são vários os benefícios dos probióticos. Além de facilitarem o sistema digestivo (ajudando a produzir enzimas essenciais para degradar os nutrientes mais complexos, aumentando a assimilação dos mesmos), os probióticos, diminuem as diarreias, os gases intestinais e a obstipação.

Conta ainda a publicação que estas bactérias ‘boas’ previnem as infecções causadas por fungos, uma vez que normalizam o PH intestinal, e “produzem antibióticos naturais que, ao serem absorvidos pela corrente sanguínea, combatem infeções existentes em todo o corpo e não só nos intestinos”.

Os probióticos são ainda capazes de diminuir a absorção do colesterol e de ajudar a remover “vários tipos de toxinas, minimizando os seus efeitos nefastos”.

A saúde da pele fica igualmente melhor, assim como o sistema imunitário, que se torna mais forte, uma vez que estas bactérias aliadas conseguem normalizar “a produção de vitamina K e vitaminas do complexo B, nomeadamente a vitamina B12, no intestino”.

(…) conheça dez alimentos, selecionados pelo site Healthy Homestead, que são ricos em probióticos:

Queijo cru

Iogurte

Chocolate preto

Sopa miso

Pickles

Vinagre de cidra

Kombucha (bebida feita a partir da fermentação de um chá rico em cafeína)

Leite fermentado

Natto (alimento japonês à base de soja fermentada)

Kimchi (condimento coreano)

Fonte: Informação retirada do Portal MSN no dia 13 de agosto de 2016:

http://www.msn.com/pt-br/saude/nutricao/probi%c3%b3ticos-o-que-s%c3%a3o-e-em-quais-alimentos-est%c3%a3o/ar-BBou7Js?li=AAggXC1&ocid=mailsignoutmd#image=BBou7Iv|1

Nos Estados Unidos, a dra. Mary Newport está fazendo uma investigação sobre o uso de óleo de coco contra a doença de Alzheimer.

Sessenta e cinco pacientes com quadro de leve a moderado de Alzheimer estão sendo estudados para avaliar os efeitos do óleo de coco contra a doença, numa comparação com um placebo.
A dra. Newport espera ter os resultados dentro de um ano.
O mal de Alzheimer é um problema que atingiu a própria família da cientista, cujo marido tem lutado contra a doença há anos.
“Atualmente não existem dados clínicos que mostram os benefícios do óleo de coco sobre a prevenção e tratamento da demência”, declarou a pesquisadora.
Mas ela disse que começou a ver melhorias no marido depois que começou a dar a ele quatro colheres (sopa) de óleo de coco por dia.
“Antes do óleo de coco, ele não conseguia amarrar os sapatos e caminhava lento …
Isso melhorou.
Hoje ele caminha normalmente e voltou a correr.
Ele também voltou a ler, a conversa melhorou enormemente e, em seguida, ao longo de vários meses, vimos melhorias em sua memória “.
Antes de iniciar o tratamento com óleo de coco, segundo a dra. Newport, nenhuma das medicações existentes estava dando resultado.
Óleo de coco parece ser um alimento ideal para o cérebro
Existem apenas dois tipos de alimentos que o seu corpo pode converter em energia: carboidratos/açúcar e gordura.
As cetonas são o que seu corpo produz quando converte gordura (em oposição à glicose) em energia.
E uma fonte primária de corpos cetônicos são os triglicérides de cadeia média (TCMs) encontrados no óleo de coco.
De fato, o óleo de coco contém cerca de 66% de TCMs.
Triglicérides de cadeia média são gorduras que não são processadas pelo seu corpo da mesma maneira como os triglicérides de cadeia longa.
Normalmente, a gordura que entra no seu corpo deve ser misturada com a bile liberada pela sua vesícula biliar antes de poder ser processada pelo sistema digestivo.
Mas os triglicerídes de cadeia média vão diretamente para o seu fígado, que converte naturalmente a gordura em cetonas, ignorando a bile inteiramente.
 
Seu fígado então libera imediatamente as cetonas em sua corrente sanguínea, de onde são transportadas até o seu cérebro para ser facilmente utilizadas como combustível.
De quanto óleo de coco você precisa
Os níveis terapêuticos de TCMs têm sido estudados para algo em torno de 20 gramas por dia.
De acordo com cálculos da dra. Newport, um pouco mais de duas colheres de sopa de óleo de coco (cerca de 35 ml ou sete colheres de chá) iriam fornecer-lhe o equivalente a 20 gramas de TCMs, que é indicado tanto como uma medida preventiva como para o tratamento de doenças neurológicas degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
Mais pesquisa certamente precisa ser feita nesta área.
Mas os resultados obtidos pela dra. Newport com o marido são bem reveladores e promissores.
E, dessa forma, não há por que não incorporar o óleo de coco em sua dieta ou na de um ente querido que está apresentando sintomas de degeneração cerebral.
O óleo de coco tem muitos benefícios para a saúde, ele não vai fazer mal nenhum.
É importante notar que as pessoas toleram o óleo de coco de maneira diferente e você deve começar de forma devagar a usar essa gordura antes de chegar aos níveis terapêuticos.
Nossa sugestão é começar com uma colher de chá, tomando-a com alimentos no período da manhã.
Aos poucos, adicione mais óleo de coco todos os dias até ser capaz de tolerar cerca de duas a quatro colheres de sopa.
É melhor tomá-lo com comida, para evitar problemas no seu estômago.
(…)
Fonte: Informação retirada do Portal Cura Pela Natureza no dia 9 de agosto de 2016:

“(…)

Iorgute

Ele contém proteínas que ajudam a manter a pele firme, tornando-o resistente a rugas. Dr. Nicholas Perricone, um dermatologista americano, acredita que o iogurte grego é ainda melhor, pois tem o dobro do teor de proteína.

Azeite de Oliva

Os principais anti-oxidantes como a vitamina E, polifenóis, e fitoesteróis presentes no azeite evitam o envelhecimento prematuro da pele. Além disso, você pode substituir o creme de noite regular com azeite biológico, porque este último não obstrue os poros e é facilmente absorvido pela pele.

Soja

Aglicona, uma isoflavona presente na soja, melhora a elasticidade da pele e evita que o colágeno se quebre,  que é responsável por rugas e flacidez.

Nozes

Elas são ricas em ácidos graxos ômega-3 chamado ácido alfa-linolênico, que é muito importante para aqueles que não comem peixe. A falta desta gordura no corpo deixa a pele seca e escamosa.

Chocolate Preto

Ele contém uma série de anti-oxidantes e propriedades que protegem a pele dos raios UV prejudiciais, que normalmente levam a queimaduras de sol e cancro de pele. O chocolate escuro também irá ajudar a sua pele reter a umidade.

Casca de laranja

Eles são uma rica fonte de vitamina C, cálcio e fibras. Elas ajudam a renovar as células da pele e prevenir a síndrome do intestino irritável. Se você não gosta de comer cascas, pode secá-las e utilizar como máscaras de beleza orgânicos.

Semente de girassol

Sementes de girassol são cheias de vitamina E, que ajuda o corpo a combater a inflamação da pele. As sementes também previnem a acne.

Ostra

As ostras são uma das melhores fontes de zinco na dieta, o mineral que é responsável para o crescimento e funcionamento apropriado das células da pele. Segundo alguns estudos, as pessoas propensas a acne geralmente têm baixo nível do mineral.

Couve

A potência nutricional contém anti-oxidantes tais como vitamina C, betacaroteno, campferol e quercetina, prevenindo a perda de elasticidade da pele que é geralmente causada pela radiação ultravioleta excessiva.

Cavala

É uma das melhores fontes de vitamina B12, e a falta desta vitamina leva a hiperpigmentação (pontos negros) e vitiligo (manchas brancas).

Alecrim

Uma grande fonte de antioxidantes tais como carnosol e de ácido ursólico, o alecrim efetivamente impede que o cancro de pele mortal chamado melanoma.

Vinho Tinto

O nível de antioxidantes, tais como polifenóis e resveratrol, no vinho tinto é superior em comparação com o sumo de uva. Estes antioxidantes absorvem os radicais livres que são majoritariamente responsáveis pelo envelhecimento e doenças relacionadas à idade. Um copo de vinho tinto por dia é suficiente para manter a pele macia e suave.

Pimentões

Os pimentões são uma grande fonte de vitamina C. Além de ajudar você deixar a pele com aparência mais jovem, a vitamina irá manter os radicais livres em funcionamento.

Morangos

O antioxidante presente no chamado elágico dos morangos minimiza rugas, evitando a destruição do colágeno. Ele também protege a pele contra os raios UV, que podem causar envelhecimento prematuro da pele.

Kiwi

É rico em ácidos graxos ômega-3 que evitam vários problemas de pele enquanto protege as membranas celulares. A elevada quantidade de colágeno presente no fruto, aumentam a elasticidade e brilho da pele.

Sardinhas

O peixe rico em nutrientes contém ómega-3, B-12, proteínas, cálcio e ferro.  O omega-3 impede vários problemas de pele, incluindo acne adulta e caspa.

Café

Bebedores regulares de café são menos expostos ao risco de melanoma, um tipo de cancro de pele, de acordo com um estudo de 2007 publicado no European Journal of Cancer Prevention. Especialistas acreditam que ter seis xícaras de café por dia reduzem o risco de cancro em 30%; No entanto, o consumo excessivo pode causar outros problemas de saúde.

Carne Capim

Além de ter alta proporção de ômega-3 para ácidos graxos ômega-6 que ajuda a reduzir a inflamação, carne oriunda de animais alimentados com capim é rica em proteínas, que ajudam na construção e manutenção de colágeno e tecido elastina.

Abóbora

Abóbora cozida é uma das melhores fontes de beta-caroteno, que o corpo converte em vitamina A. Esta vitamina promove o crescimento das células da pele, mantendo a pele lisa e sem rugas.

Tomates

Os tomates contêm licopeno em abundância, que protege as células da pele dos radicais livres que podem danificar células e DNA danos. Embora eles não possam substituir o protetor solar, eles têm o potencial para proteger a pele dos raios solares nocivos. A vitamina A presente no tomate ajuda a manter a pele saudável e cabelo.

Aveia

A aveia, que contém fibras, ômega-3 ácidos graxos e ferro, é livre de carboidratos de açúcar e assim a produção de hormônios conhecidos como andrógenos, é controlado. Quando o nível de androgénios sobe, glândulas sebáceas da pele secretam mais óleo, levando a acne.

Ovos

Os ovos são uma grande fonte de proteína, que é necessária para reparar tecidos e endurecimento da pele. Além disso, a luteína em ovos ajuda a reter a maciez e elasticidade da pele.

Romã

Este fruto é embalado com polifenóis e antioxidante que combate os radicais livres prejudiciais e regula o fluxo sanguíneo. Você pode até aplicá-lo sobre a pele por linhas suaves e efeito hidratante.

Grãos de bico

Ele contém manganês, que ajuda as células da pele produzem energia e combater as rugas. Além disso, molibdénio presente no bico detoxes pele, enquanto que o elevado nível de folato repara os danos dos raios solares nocivos e toxinas.

Feijão

Feijão comum são outra grande fonte de zinco, um mineral que Dr. Jessica Wu de Los Angeles, Califórnia, EUA, acredita lutas manchas. “Isso pode ser por causa das propriedades curativas de zinco”. Além disso, estudos sugerem que o zinco tópica é tão útil contra a acne, como os antibióticos são.

Fonte: Informação retirada do Portal MSN no dia 5 de agosto de 2016:

http://www.msn.com/pt-br/saude/nutricao/25-alimentos-que-fazem-bem-%c3%a0-sua-pele/ss-AAi7uKQ?li=AAggPNl&ocid=mailsignoutmd

Sementes de Cominho

Publicado: julho 19, 2016 em Alimentação, Saúde

” (…)

O cominho  (Carum carvi, nome científico) é uma planta aromática que tem excelentes propriedades medicinais, como:

– Analgésico

– Antisséptico

– Antiespasmódico

– Diurético

Além disso, as sementes dessa planta são um digestivo natural.

Portanto, se o seu problema for no estômago ou intestino, com muitos gases, aconselhamos o uso regular deste ingrediente, pois ele ajuda a:

– Estimular a secreção gástrica

– Regular as funções do estômago

– Estimular o apetite

– Estimular a vontade de urinar (é diurético)

– Fortalecer o sistema imunológico

(…)

Muitas bactérias dentro do intestino produzem gases de hidrogênio, dióxido de carbono e metano.

O tipo do gás e a quantidade depende das bactérias que se instalam no intestino e dos alimentos que consumimos.

Em síntese, o excesso da gás está relacionado ao tipo de alimentação, à intolerância a certos alimentos, ao ato de engolir muito ar durante as refeições, variação de bactérias e doenças no estômago.

O tratamento consiste em comer algumas sementes de cominho

Isso proporcionará alívio.

Faça isso todas as amanhãs.

Você pode usar as sementes como tempero nas refeições, especialmente em alimentos que causam gases.

Outra opção é tomar o chá de sementes de cominho regularmente.

As sementes de cominho também combatem o mau hálito.

Fonte: Informação retirada do Portal Cura pela natureza no dia 19 de julho de 2016:

http://www.curapelanatureza.com.br/post/07/2016/elimine-os-gases-colicas-e-o-inchaco-na-barriga-com-estas-sementes

O mel (…) conta com ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim proteger contra doenças.

O mel também conta com ação antioxidante e prebiótica, esta última modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e/ou atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar o mel é ótima fonte de energia. 

O alimento também conta com potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto, cobre e alguns outros minerais. Entre estes nutrientes, o potássio é o que está mais presente no mel e é interessante para o equilíbrio da pressão arterial.

Os tipos de mel

O sabor, aroma e cor do mel irão variar de acordo com as floradas, definidas a partir do tipo de flor que a abelha coleta o néctar para produzir este doce. Alguns benefícios do mel podem ser mais fortes em determinados tipos do que em outros. Confira os principais tipos de mel consumidos no Brasil:

Mel silvestre: Este é o mais ingerido no Brasil e é proveniente de diversas flores. É considerado interessante para a pele, vias respiratórias, tem efeito antioxidante e propriedades calmantes. 

Mel de flor de eucalipto: Possui um sabor mais forte e coloração escura. É interessante para o tratamento auxiliar e alivio de infecções intestinais, vias urinárias e doenças respiratórias. 

Mel de assa-peixe: Possui aroma e sabor agradáveis e possui efeito calmante e expectorante. 

Mel de flor de laranjeira: Conta com sabor suave e regula a função intestinal e tem efeito calmante.   

Mel de cipó-uva: possui ação antioxidante, especialmente no fígado, por isso pode ajudar a diminuir os efeitos do álcool. 

Principais nutrientes do mel

O mel conta com boas quantidades de açúcar e carboidratos e por isso ele é uma ótima fonte rápida de energia. Ele também possui alguns ácidos orgânicos, sendo que um deles, o ácido glucônico, contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida. O ferro e o cobre presentes no mel contribuem para a ação antimicrobiana. 

O ácido glucônico também tem forte ação antioxidante. O mel ainda conta com grande número de compostos que proporcionam este mesmo benefício. Os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides. Todas as substâncias contribuem para combater os danos causados por agentes oxidantes, presentes nos alimentos e no corpo humano, e assim prevenir o envelhecimento e doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entre outras.  

O mel conta com carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos. Isto significa que eles contribuem para a manutenção da microbiota intestinal e assim estimulam o trânsito intestinal, cooperam com a consistência normal das fezes, previnem diarreia e constipação. 

Este adoçante natural possui potássio, interessante para o equilíbrio da pressão arterial, cálcio, importante para a saúde dos ossos, ferro, necessário para a prevenção da anemia, e outros minerais. 

Nutrientes Mel – 25 gramas
Calorias 77.25 kcal
Carboidratos 21 g
Cálcio 2.5 mg
Magnésio 1.5 mg
Ferro 0.075 mg
Potássio 24.75 mg
Fósforo 1 mg

Fonte: Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco – versão 2, UNICAMP

Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada, 25 gramas (uma colher de sopa), de mel carrega:

  • 7% de carboidratos
  • 0,5% de ferro
  • 0,25% de cálcio.

Benefícios do mel

Bom para dor de garganta: Sua avó estava certa! Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele é interessante para aliviar a dor de garganta momentaneamente. Mas é importante ressaltar que não há nenhum estudo científico comprovando que o mel trate as causas desse sintoma, como uma faringite por exemplo, e nem a evolução da doença relacionada a uma dor de garganta.

As característica do mel que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muito micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias. Além disso, o mel possui o ácido glucônico que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida.

Bom para problemas respiratórios: Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratória e sinusites, Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose, Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causa a pneumonia. Nesse caso, vale a mesma ressalva em relação à dor de garganta. O mel pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si. O tratamento dessas doenças, portanto, deve ser indicado por um especialista.

Bom para o intestino: O mel pode ser um importante aliado na manutenção da microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que são bactérias benéficas que carregamos ali. Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação.

Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta.

Todos estes benefícios ocorrem porque o mel possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal. Além disso, pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão: Escherichia coli, causadora de diarreia e infecções urinárias e Salmonella species, que pode levar a diarreia.

Bom para pele: O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e assim previne o envelhecimento precoce e contribui para a pele mais bonita e saudável. O mel pode ser ingerido ou utilizado em cosméticos como sabonetes e cremes.

Ao ser passado na pele algumas pesquisas, entre elas uma da Universidade de Ouagadougou de Burkina Faso, observaram que o mel pode agir como cicatrizante de feridas e em casos de úlceras, queimaduras e abscessos na pele. Os micro-organismo staphylococcus aureus e salmonela typhimurium, ambos causadores de infecções em ferimentos, são sensíveis a ação antibacteriana do mel.

Ação antioxidante: Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entres outras.

As substâncias presentes no alimento que proporcionam este benefício são: ácido glucônico, os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides.

Diminui os riscos de infecção urinária: Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão a streptococcus faecalis, proteus species e pseudomonas aeruginosa, todas elas podem causar a infecção urinária.

Melhora o sono e ajuda a relaxar: O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar. O mel tem uma função importante como regenerador da microbiota intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino. Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer.

Quantidade recomendada de mel

O quanto consumir de mel por dia pode variar entre uma colher de chá, cerca de 10 gramas, a uma colher de sopa, aproximadamente 25 gramas. É importante ressaltar que este alimento deve ser inserido em uma dieta saudável.

Como consumir o mel

O mel pode ser utilizado como uma substituição saudável ao açúcar refinado na preparação de bolos, tortas, biscoitos, entre outros doces. Também é interessante consumi-lo com torradas, frutas, iogurtes, sucos e até mesmo na receita de carnes.

Evite o aquecimento em excesso do mel, pois isto pode reduzir a acidez e a umidade do alimento e causar a perda de algumas enzimas, fazendo com que o alimento deixe de ter parte de suas propriedades benéficas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária orienta aquecer o alimento até no máximo 70 graus.

Mel cristalizado: Por ser uma solução rica em açúcar, quando armazenado em temperaturas abaixo da média da colmeia, que é entre 34 e 35 graus, o mel pode cristalizar. Para que ele volte ao estado líquido sem perder as propriedades nutricionais a orientação é colocar a quantidade a ser utilizada de mel em um pote em banho-maria a 45 graus durante cinco minutos. Deixe a água esfriar com o pote dentro.

Cuidados com a origem do mel: É importante ficar atento para a procedência do mel. Opte sempre pelo produto que tem as informações do fabricante e o selo do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F). O S.I.F pertence ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal que tem por objetivo normatizar e autorizar a produção e comercialização de todos os alimentos de origem animal no Brasil.

Comparando o mel com outros alimentos

Nutrientes Mel – 25 gramas Melado – 25 gramas Açúcar refinado – 50 gramas Açúcar mascavo – 50 gramas
Calorias 77.25 kcal 74 kcal 193.5 kcal 184.5 kcal
Carboidratos 21 g 19.15 g 49.75 g 47.25 g
Cálcio 2.5 mg 25.5 mg 2 mg 63.5 mg
Magnésio 1.5 mg 28.75 mg 0.5 mg 40 mg
Ferro 0.075 mg 1.35 mg 0.05 mg 4.15 mg
Potássio 24.75 mg 98.75 mg 3 mg 261 mg
Fósforo 1 mg 18.5 mg 0 mg 19 mg

Fonte: Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco – versão 2, UNICAMP.
*Comparação baseada nas quantidades diárias recomendadas de cada alimento. Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

O mel é muito mais saudável para a alimentação do que o açúcar refinado. Enquanto o primeiro possui uma série de substâncias que proporcionam benefícios para o organismo, o segundo é somente fonte de calorias, sem outros nutrientes interessante.

Já o açúcar mascavo não passa pelo processo de refinamento e por isso preserva nutrientes em sua composição. Ele conta com boas quantidades de ferro, importante para evitar a anemia, e potássio, nutriente que participa do processo de equilíbrio da pressão arterial. Além disso, o alimento possui magnésio, fósforo e cálcio. Porém, o alimento não possui as propriedades antioxidantes, antibacterianas e prebióticas do mel.

O melado, que assim como o açúcar refinado e mascavo é derivado da cana de açúcar, é uma outra opção para adoçar, pois não passa pelo refinamento. Assim, ele possui boas quantidades de nutrientes semelhantes aos do mascavo, como o ferro e o potássio. Alguns estudos apontam que o melado é interessante para a prisão de ventre. Contudo, ele também não possui as propriedades antioxidantes, antibacterianas e prebióticas do mel.

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Contraindicações:

O mel não deve ser consumido por crianças menores de um ano. Isto porque o alimento pode ter clostridium botulunum, bactéria causadora do botulismo. A doença pode causar problemas de saúde sérios como visão dupla e embaçada, fotofobia, tonturas, boca seca, constipação, comprometimento do sistema nervoso (dificuldades para engolir, falar, se mover) e comprometimento dos músculos respiratórios. Esta quantidade de bactéria presente no mel pode ser prejudicial para crianças com menos de um ano porque elas não possuem a microbiota completamente formada. Para os adultos saudáveis esta quantidade de clostridium botulunum não é prejudicial. 

Além disso, o mel não é recomendado para pessoas que possuem diabetes. Isto porque este alimento rico em açúcar pode levar a picos de glicemia no organismo. Grávidas também devem ficar atentas ao mel e procurar incluí-lo em uma dieta saudável, a fim de evitar o risco de diabetes gestacional.

Riscos do consumo excessivo

Como o mel é muito calórico e rico em açúcar o consumo em excesso pode causar o ganho de peso. Além disso, grandes quantidades de mel, assim como o açúcar, podem elevar os níveis de glicose no sangue rapidamente, fazendo com que os níveis de insulina aumentem e consequentemente a longo prazo isso pode levar a resistência à insulina que favorece o diabetes tipo 2.

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Fonte: Informação retirada do Portal MinhaVida no dia 18 de fevereiro de 2015:

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17132-mel-o-alimento-aliado-do-intestino

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Quando este mineral está na quantidade certa em nosso organismo, regula a quantidade de açúcar no sangue, evitando os picos de insulina, beneficiando não só quem quer exterminar as gordurinhas, mas também quem têm  diabetes ou a síndrome metabólica, que é caracterizada por um grupo de problemas de saúde como o acúmulo de gordura na cintura e no interior da barriga (visceral), pressão alta, aumento nos níveis de triglicérides, do açúcar no sangue (glicemia), e do mau colesterol (LDL) e ainda a diminuição do bom colesterol (HDL).

“Quando a insulina está em alta é por que não está realizando adequadamente sua função de metabolizar o açúcar na célula e, quando a célula sente a falta desse açúcar, que é sua fonte de energia, manda um recado de fome, o que te faz comer novamente”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Médica Brasileira de Nutrologia (ABRAN). O cromo potencializa o efeito da insulina, equilibrando os níveis desse hormônio no sangue, evitando os ataques de fome.

Apesar de o cromo ser um nutriente essencial, as nossas células não conseguem produzir esse mineral. Por isso, segundo o fisiologista José de Felippe Júnior, fundador da Associação Brasileira de Medicina Biomolecular e Nutrigenômica, precisamos conseguir seus benefícios através do consumo dos alimentos fontes do mineral ou, se for o caso, através da suplementação receitada por um médico especialista.

Conheça a seguir as principais formas de acrescentar o cromo à sua alimentação, todos os benefícios de uma dieta rica no nutriente, como potencializar a sua absorção e como a suplementação pode ajudar a saúde e a dieta:

Reduz a fome (e a vontade de doces!)

Quando alguém tem hiperglicemia, que é o elevado nível de glicose no sangue, fica igual formiguinha louca por comidas açucaradas, massas, pães – carboidratos refinados em geral. “O cromo na quantidade adequada induz o funcionamento dos genes e isso faz com que o indivíduo precise de menos quantidade de carboidrato para se sentir satisfeito”, explica o médico especialista em medicina intensiva e biomolecular, José de Felippe Júnior. Funciona da seguinte forma: a pessoa ingere o nutriente através dos alimentos, o mineral faz a indução dos genes, regularizando o metabolismo dos carboidratos e diminui a vontade de consumir esse grupo alimentar.

Quando comemos, em especial, o carboidrato refinado (pão branco, doces, massas), que são pobres em fibras, eles acabam sendo absorvidos rapidamente no intestino e a fome aparece em pouco tempo. Já as fibras dos carboidratos complexos trazem nutrientes, inclusive o cromo, que atrasam a absorção desses carboidratos.

E qual a relação entre o brigadeiro que comemos e os picos de insulina no sangue? Ao comermos o docinho, ele se transforma em açúcar (glicose). Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, o hormônio insulina age como um “caminhão”, que transporta o “passageiro” açúcar para as nossas células, não deixando que o açúcar fique em alta na corrente sanguínea. A glicose é jogada na célula com a ajuda do hormônio insulina mas, para a insulina conseguir se acoplar aos receptores dentro das células, vai depender do cromo.

“O mineral, associado com outros nutrientes, forma uma molécula chamada Fator de Tolerância à Glicose (FTG), que potencializa o efeito do hormônio insulina na sua função de transporte do açúcar. Se o fator de tolerância não é formado, você passa a ter intolerância à glicose, o que dificulta a entrada do açúcar na célula”, explica o nutrólogo. Se a função da insulina está prejudicada, através da falta de cromo, por exemplo, que é um facilitador da ação da insulina, o açúcar não é acoplado na célula e fica um excesso de insulina no sangue (liberada ao ingerirmos carboidratos refinados) que, em quantidade excessiva, tem poder inflamatório e de formar tecido adiposo, ou seja, gordura.

E o que tudo isso tem a ver com aquela fome irracional e cíclica que sentimos quando comemos uma massa, por exemplo? Quando a célula não consegue receber o açúcar, o organismo recebe uma mensagem de que está faltando energia dentro dela, e a resposta vem direto do centro da fome, região do cérebro no hipotálamo, avisando que você precisa comer mais. O cérebro é um dos órgãos que mais precisa de glicose. Se o açúcar não for para dentro da célula, principalmente, para as células cerebrais, existe um “disparo de fome” imediato.

Principais fontes e quantidades

Como não produzimos o cromo, a alimentação continua sendo uma das melhores maneiras de conseguir o mineral. De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, a absorção do nutriente pode ser muito boa em conjunto com uma dieta equilibrada. No entanto, o especialista alerta que com o processo de refinação, os alimentos vão perdendo o cromo. O açúcar mascavo ou a farinha integral têm cromo, no entanto, quando eles passam pelo refino, perdem a maior parte do mineral. A quantidade recomendada de cromo pode chegar a 200 mcg por dia.

Segundo o livro Modern Nutrition in health and disease, as melhores fontes de cromo nos alimentos são:

Levedura de cerveja: 112 mcg cromo (1 colher de chá )
Carne vermelha: 57mcg cromo (1 bife médio)
Pão de trigo integral: 42mcg cromo (1 fatia)
Trigo integral: 38 mcg cromo (2 colheres de sopa)
Pimenta malagueta: 30 mcg (1 colher de sopa)
Pão de centeio: 30 mcg de cromo (1 fatia)
Ostra: 26 mcg de cromo (1 porção)
Batata: 24 mcg de cromo (1 unidade )
Gérmen de trigo: 23 mcg de cromo (3 colheres de sopa )
Pimenta verde: 19 mcg de cromo (1 unidade)
Maçã: 14 mcg de cromo (1 unidade )
Banana: 10 mcg de cromo (1 unidade)
Cenoura: 9 mcg de cromo (1 unidade)

Potencialize a absorção!

Mas então você pensa que faz tudo certo: consome grãos (feijão, grão de bico, soja, arroz integral) e cereais integrais, carne vermelha, batata e – mesmo assim – sente muita fome, especialmente, pelos doces? Isso acontece porque nem sempre o cromo é bem absorvido pelo organismo. De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, o estresse aumenta o nível de cortisol e faz com que você excrete cromo pela urina. E não é só o estresse emocional, devido ao trabalho e aos relacionamentos, como também o estresse físico ? que pode ser causado pela atividade física em excesso. “Você também pode acabar eliminando cromo quando ingere muito açúcar refinado”, diz o especialista. Quem ingere de modo frequente e contínuo antiácidos à base de carbonato de cálcio ou hidróxido de magnésio também deve ficar alerta! Esses componentes diminuem a chance de absorção do mineral. Outro item que ajuda na hora de absorver melhor o elemento é a vitamina C. Algumas das melhores fontes dessa vitamina são: laranja, limão, acerola, brócolis, couve e couve-flor.

Dieta balanceada: uma aliada

Não adianta só se preocupar em ingerir a quantidade certa do mineral se você não investe em uma alimentação equilibrada. Tem que seguir uma dieta equilibrada, que inclua carboidratos integrais, legumes, frutas, proteínas magras e gordura boa, como a das oleaginosas e do azeite de oliva extra-virgem. “Se você já aposta nos alimentos de baixo índice glicêmico, como os carboidratos integrais que têm mais fibras e demoram mais para ser absorvidos e passarem para o intestino, faz com que, naturalmente, seu nível de açúcar no sangue fique mais equilibrado”, expõe o nutrólogo Roberto Navarro. Além disso, é importante comer de três em três horas, evitando o jejum prolongado e evitar, principalmente, farinha e açúcar branco. “Se as pessoas comessem mais devagar, conseguiriam dar tempo para que o estômago mandasse o recado de que estão satisfeitas ao hipotálamo – centro da saciedade”, complementa José de Felippe Júnior, fundador da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Suplementação

Atualmente a suplementação de cromo é uma alternativa para quem não consegue bons resultados na absorção do cromo com a dieta, nos tratamentos para emagrecer ou para quem sofre de carência do mineral. Quando o paciente tem aumento dos níveis de glicose, ele pode ter carência em cromo – mas é algo mais raro.

A formulação que mais se aproxima ao cromo encontrado no alimento (não misturado a outros elementos) é o picolinato de cromo. “Estudos mostram que a suplementação de picolinato na dose de 200 microgramas em pacientes com resistência à insulina ou intolerância à glicose se beneficiam com a ingestão do suplemento já que ele potencializa a ação da insulina”, diz o nutrólogo Roberto Navarro.

Em pacientes com colesterol alto ou com sobrepeso pode haver a suplementação para ajudar na perda de peso. Vale ressaltar que a prescrição do suplemento de picolinato de cromo só pode ser feita por um médico especialista. “A suplementação não é contraindicada desde que seja feita por um período curto, de até dois meses, e não seja em altas doses”, alerta o especialista. Altas doses são consideradas mais de 200 mcg por dia e podem, até mesmo, causar náusea, enjoo, dor de cabeça e gosto metálico na boca.

Um potencial antioxidante

O cromo funciona como um ótimo antioxidante. Segundo o fisiologista José de Felippe Júnior, o mineral é benéfico para quem tem colesterol alto porque melhora a função do endotélio – um tipo de membrana epitelial que reveste, internamente, as câmaras do coração (aurículas e ventrículos), os vasos sanguíneos (artérias, veias e capilares) e os vasos linfáticos. É nessa estrutura que se depositam as placas de gordura.

Em doses baixas – até 200 mcg diárias, o cromo é um ótimo antioxidante, mas em doses altas (sem auxílio de um médico na suplementação, por exemplo), ele tem a função adversa, oxidando determinadas células, fazendo o efeito de um radical livre, avisa o nutrólogo Roberto Navarro. Por isso, é importante sempre tomar cuidado em não exceder a quantidade prescrita.

Deficiência do mineral

Segundo o livro Modern Nutrition in health and disease, a deficiência de cromo pode causar aumento de peso, ansiedade, confusão mental, fadiga, cansaço e diminuição da sensibilidade nos pés ou tornozelos. No entanto, não existe um exame de sangue que detecte a falta do nutriente. “Nós necessitamos de 45 nutrientes essenciais, entre eles, o cromo. São os 45 elos que fazem os genes funcionarem como devem e provocam o equilíbrio no nosso corpo”, explica o fisiologista José de Felippe Júnior.

De acordo com o especialista, para detectar a falta do mineral, deve-se consultar com um médico que fará uma anamnese completa e, através das respostas obtidas, poderá receitar uma dieta adequada e a suplementação – caso necessário.

Fonte: Informação retirada do Portal MinhaVida no dia 04 de dezembro de 2014:

http://yahoo.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16501-dieta-rica-em-cromo-reduz-fome-e-vontade-de-comer-doces